sábado, 31 de maio de 2008

Volte, humanidade!

Sofro. As dores da incompetência; fugir deste mundo apertado onde nem em mim encontro espaço - de amar, sorrir, ser feliz.

Choro. Todos os tormentos da insanidade - a perda da consciência do mundo na derradeira atitude.

Morro. Na impossibilidade de fazer parte - na vida distante que distância mais ainda, reclamo de fome de vida e novas medidas, que retirem a tampa deste buraco.

Não tenho mais "pequenas" atitudes. A dor paralizante congela cada mísero ato. Nem "ser" sou, hiato da existência. Que nasceu para o tudo e foi isolado, lançado ao caminho... da solidão incompetente.

E uma fuga, boa seria. Da situação insustentável que me leva ao precipício - e na consciência corajosa, a pequena parte do que resta, sou ser parado, enquanto a humanidade caminha.