sábado, 23 de fevereiro de 2008

Jogo dos egos

Na espreita desejas faces
ocultas vontades destróem
muros de lamentos, obtusos detritos
na ironia de quem vê confuso

E loucura corrói a mente
em ceticismos não obstante discretos
atiradas pedras, verdades inertes
criança feita em liso concreto

E ainda procura outras faces
brinquedo igual em cada lamento
fora aurélio, insano descrente
da conversão demente de gente temente

Agora, desejas calado no olfato
a distância permitida aos cegos
novos sensores substituem a carne largada
decompondo o ser no jogo dos egos

2 comentários:

Unknown disse...

Mais um que roubarei... hihihi... AMAMOSSS =)))))

Fernando Lusvarghi disse...

heheh.. obrigado lindinhaaaa... nao tenho tido tempo de vir aqui postar mais... muuuuuuuuuito trampo, mas ta valendo... logo a vida volta ao normal...
bjsssssssssss