domingo, 15 de junho de 2008

Liberdade

Não gosto de ficar presos as palavras
Não desejo a limitação do mundo
Não ensejo grandes sabedorias
Ao pequeno cérebro obtuso

Não choro na ideologia intangível
Não grito no desespero real
Não vivo as agonias da mente
Refratadas no mundo ideal

Não espero mais do que o amanhã
Nem reflito o que vi ontem
Dual em plena sinergia
Espero de toda idolatria
Liberdade encontrar

2 comentários:

Anônimo disse...

Esta poesia me tocou profundamente... sabe pessoas com o dom que vc tem, tem a ' OBRIGACAO" de achar tmepo para continuar a escrever :) Porem mesmo sendo verdadeira eh um estagio de vida muito dificil de ser alcancado...." Não espero mais do que o amanhã. Nem reflito o que vi ontem" Vai ser meu novo motto :) Cassia

Fernando Lusvarghi disse...

uau... obrigado, Cassia... que elogio maravilhoso, amei!
bjss
Fernando