Alicerce vêem os olhos
Longe forma de futuro
Blocos, paredes erguidas
Onde havia o submundo
Pessoas bestializadas
Não compreendem o momento
Lágrimas vertidas em sal
No sol do céu em tormento
Fulguraste a chama intensa
Agruras do movimento
Em cima, tocando as nuvens
O louco perderá a razão....
deixando-a ao esquecimento
Forte sopro do céu
Perdera o que não queria
Na construção, inerte
Esquecera que, no alicerce metafórico,
Fora a alma de vida
Relevando aos deuses, sua mísera existência
A uma mera passagem de dia
"Não ganhando o que buscara
Enterrado foi no lamento
Triste para os que ficaram
Sentindo o seu sofrimento"
domingo, 27 de janeiro de 2008
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