terça-feira, 29 de janeiro de 2008

A marca da estação

A marca do cansaço é escura,
o sol castiga na labuta, pele alva,
que persegue sonhos infantis
crente na natureza, da escolha pela destreza

A pele queima, transforma e reage,
maltrata crianças em tenra idade
judia do velho avô - maldade
entregue aleatoriamente aos seres

Hoje, o retrato da beleza são as marcas
Cada dia, uma nova batalha perdida
e esta gente sofrida, deságua
As lágrimas e o suor cristal - a flor

Assim, seguem-se primaveras
O verão persegue com o fogo
E cada estação produz o engano,
Crer no eventual, essencial - servos

Agora, todos estão deitados solitariamente
Conjugam estrelas dispostas tementes
E o astro-rei aborda novamente
É dia, venha trabalhar - seus filhos precisa alimentar

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