Estranha exigência. A criação de um futuro sóbrio e sombrio é o manifesto da vida - o poder etílico que inebria as ações, e indeterminadas sombras ocultam o áureo poder consciente. A ilusão do perseguir, incerto de finalidade - não é sério objetivo, incongruentes pensamentos, disparam lanças a todos os lados. E na cegueira momentânea, incerteza eterna, dos passos, dos caminhos, das glorias e derrotas - que, um dia, aparecem.
E os que correram atrás. Mas, do que!!! Pergunta o nobre. Não vêem com bons olhos o que se constrói no caminho, pois a incerteza não é remédio e maltrata a alma - a fuga da realidade inerente a ela mesma só existe em sua contraposição - é liberta na capacidade de enxergá-la e se concretiza no tormento de não ser dono, em plenos lamentos da sua própria possibilidade de "ser".
O eco se derrama sobre as pedras, e rebate o que deve ser resolvido. Ouvindo suas próprias palavras, expressões do seu individualismo, o homem que estava sorrindo, novamente viaja em lamentos. A glória que acreditava ser vida, e ações, verdades ditas, tem nas pequenas pedras poderosas, a força de sua insignificância.
Onde os animais selvagens são humanos, e devoram a si mesmo. Não há fome ou adversidade - diversidade em pensamentos - e na triste conclusão obtida, é fraco, não é correto e nem ao menos sabe o caminho do seu leito - o eterno retornar.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
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