Éramos noite e alma
Dos fogos, a luz brindava
Eterna passagem vazia
Que o coração desempedido
Tecia sem chorar
Éramos areia e pés descalços
União do simbolismo e natureza
Orgulho da solidão
Deixada como presente agraciado
Sem a tez e o seu olhar
Éramos boa nova e esperança
Ingênuos na percepção construída
O gelo da fé que não era fria
Pedra dos renegados e isolados
Que não machucava, não machucava
E de tudo, éramos os mesmos
Espelho do que esperávamos
Éramos a luz e o orvalho
Cristalizados na simples imagem
Do só, por feliz estar
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
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2 comentários:
Um dos mais lindosss que já li! Outro que vou roubar... hihi
Rsrsr.. nossa, Dea obrigado.. vc realmente e a minha ir"fã"zinha número 1...rsrsr
bjssssssssssssss e melhorasssssssssss :)))))
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